<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-27062687</atom:id><lastBuildDate>Thu, 17 Dec 2009 19:25:26 +0000</lastBuildDate><title>CADERNO 2</title><description>ARTES PLÁSTICAS  - CINEMA - LITERATURA - MÚSICA - TEATRO</description><link>http://juneldomoraes.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Juneldo Moraes)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-27062687.post-631981871493201317</guid><pubDate>Sun, 31 May 2009 03:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-09T11:07:06.777-03:00</atom:updated><title>Ninão e Pedro Pedra</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tempo bom para o audiovisual paraibano. Enquanto André Costa Pinto finaliza seu primeiro longa-metragem, &lt;em&gt;Tudo que Deus criou&lt;/em&gt;, outras produções estão sendo realizadas. Uma delas é sobre o homem mais alto do Brasil – e o segundo mais alto do mundo – Joelison Fernandes da Silva, o Ninão, que, aos 23 anos mede 2,30 metros, documentário de Mercicleide Ramos. A outra é &lt;em&gt;Pedro Pedra&lt;/em&gt; de Rizemberg Felipe, que está sendo rodado em João Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninão se tornou conhecido na Paraíba e no Brasil depois que foi personagem de várias matérias na televisão. E foi assistindo a uma dessas reportagens que Mercicleide teve a idéia de fazer um documentário sobre Ninão. . Mas precisou esperar dois anos entre a idéia e a realização. A oportunidade veio como trabalho de conclusão do curso de Comunicação Social – habilitação em Rádio e TV – da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documentário não vai mostrar apenas a festa em torno do “homem mais alto do Brasil”. Mercicleide retoma os depoimentos que ouviu quando visitou a cidade de Assunção, onde nasceu e vive seu personagem. São várias histórias contadas por parentes, vizinhos e amigos, que relataram as dificuldades enfrentadas pela família, obrigada a conviver com uma doença que sequer sabiam existir e morando numa cidade pequena e carente de recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como produção audiovisual custa caro, a diretora enfrenta dificuldades. Primeiro porque é preciso deslocar a equipe para o interior do estado e oferecer o mínimo de condições. A produção está sendo custeada pela própria diretora, que se responsabiliza pelas passagens e pela alimentação. Ela também tem que dividir o equipamento – que pertence ao Departamento de Comunicação (Decom/UFPB) – com alunos envolvidos em outras produções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As gravações estão sendo realizadas em Assunção e João Pessoa. Além da diretora e produtora Mercicleide Ramos, o vídeo conta com Luís Augusto, que faz a direção de fotografia e câmera, Davi Abraão que divide com ela a produção, Niaranjan Do Ó, responsável pelo som e iluminação e Amara Alcântara, que realiza o still. A produção tem apoio cultural da Empresa de Serviços Culturais e do grupo Castelo Audiovisual. Apenas para divulgação, que fique bem claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mercicleide Ramos dirigiu o vídeo documentário Também sei fazer cinema e produziu os documentários O saco de histórias e O verdadeiro artesão, e três vídeos de ficção, O ponto, Dois mundos e Hipertensão. Ela também integra o projeto de pesquisa sobre Mídias Móveis, coordenado pela professora Nadja Carvalho, e faz parte da equipe dos projetos Paraíba Cine Senhor e Essa é minha escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Ficção e realidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O curta-metragem &lt;em&gt;Pedro Pedra&lt;/em&gt;, com roteiro e direção de Rizemberg Felipe, surgiu de um fato real, que o diretor – fotógrafo do Jornal da Paraíba – viu nas ruas de João Pessoa quando fazia fotos para uma reportagem. Ao decidir fazer o vídeo, Rizemberg se propôs o desafio de encarar a falta de recursos. Apostando em atores amadores. O protagonista é interpretado pelo estreante José Saul. O mais experiente do elenco é Joálisson Cunha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rizemberg Felipe tinha realizado outros trabalhos antes de &lt;em&gt;Pedro Pedra&lt;/em&gt;, todos nos Estados Unidos, como o vídeoclipe &lt;em&gt;Story of us!,&lt;/em&gt; produzido durante o curso de direção feito na New York Film Academy e premiado no Jampa Vídeo Festival, realizado pelo Sesc. O diretor pretende inscrever o vídeo nos principais festivais nacionais da categoria. A equipe é formada por João Medeiros (fotografia), Wister Galvão (edição de imagens e pós-produção).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27062687-631981871493201317?l=juneldomoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://juneldomoraes.blogspot.com/2009/05/ninao-e-pedro-pedra.html</link><author>noreply@blogger.com (Juneldo Moraes)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-27062687.post-4548910538771061088</guid><pubDate>Fri, 29 Aug 2008 12:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-29T20:52:35.175-03:00</atom:updated><title>Um olhar sobre a fé nordestina</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cOXgoOZo3pQ/SLfqQMT3lqI/AAAAAAAAAB4/dMHXr8Aht9s/s1600-h/07_foto+ivan+correia.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239914255372228258" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 182px" height="161" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_cOXgoOZo3pQ/SLfqQMT3lqI/AAAAAAAAAB4/dMHXr8Aht9s/s200/07_foto+ivan+correia.JPG" width="218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A religiosidade é um sentimento muito forte no Nordeste, região onde vários religiosos fizeram História. O mais conhecido deles é o Padre Cícero, a quem o povo sertanejo, com sua fé inabalável, recorre para renovar as esperanças de uma seca menos rigorosa, para curar os males e apontar um futuro menos sofrido. Por isso, anualmente a cidade de Juazeiro do Norte (CE), onde fica o san&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cOXgoOZo3pQ/SLfpg_AdyuI/AAAAAAAAABo/gmUCIjbLUvA/s1600-h/10_foto+ivan+correia.JPG"&gt;&lt;/a&gt;tuário do “Padim”, recebe milhares de romeiros que vão pagar promessas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns desses instantes de fé em que o sertanejo, mesmo acompanhado de uma multidão, consegue ficar a sós com seu protetor e pedir as bênçãos para enfrentar as adversidades que certamente virão, foram capturados pelas lentes – e pela sensibilidade – do fotógrafo Ivan Correia, que retratou a romaria de Juazeiro em mais de duas mil fotos, das quais selecionou algumas para a exposição &lt;em&gt;Romeiros de corpo e alma,&lt;/em&gt; que logo se tornaria um livro homônimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para publicar o livro, conseqüência natural de sua incursão pela romaria de Juazeiro, o fotógrafo arregaçou as mangas mais uma vez e buscou patrocínio da iniciativa privada. A publicação traz todas as fotos da exposição e outras seis delas inéditas, além de textos do Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, do jornalista Renato Félix, do historiador Anselmo Santana, dentre outros que ficam nas entrelinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho de Ivan Correia retrata não apenas os romeiros, aquela gente com expressão sofrida e uma fé inabalável, mostra também um sentimento ainda presente na vida dos nordestinos, que repetem, ano a ano, o mesmo caminho em direção ao santuário do Padre Cícero e lá encontram – muitas vezes sem perceber – pessoas com quem esbarraram em datas passadas e, com certeza, ainda se encontrarão em outras romarias pelo tempo afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, &lt;em&gt;Romeiros de corpo e alma&lt;/em&gt; é parte de um projeto pessoal do fotógrafo, que pretende retratar diversos aspectos da cultura nordestina. Melhor seria dizer que ele gosta de fotografar o povo do Nordeste. A religiosidade foi escolhida para abrir a série, mas Ivan pretende mostrar também os nordestinos na agricultura, na arquitetura para dar continuidade à proposta. O próximo trabalho vai mostrar o nordestino na música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso ele escolheu o cantor e compositor paraibano Chico César, que traz em sua música muito da raiz nordestina, sobretudo da infância em Catolé do Rocha (PB), cidade que receberá uma exposição. O título provisório é &lt;em&gt;Uma encanta pelo som, outra pela luz - fotografias de Ivan Correia inspiradas nas canções de Chico César&lt;/em&gt;. Mas essa segunda parte do projeto ainda não tem data marcada. Ivan continua divulgando o primeiro livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivan Correia nasceu em João Pessoa e, quando teve o primeiro contato com a câmera fotográfica, em 1995 não percebeu que nascia ali uma paixão. Fez alguns trabalhos amadores antes de atuar profissionalmente. Dois anos mais tarde começaria a desenvolver seus próprios projetos. Assim surgiu a exposição, &lt;em&gt;Campanário&lt;/em&gt;, sobre as igrejas da capital paraibana. Ivan é professor de Inglês e estudante de Letras na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27062687-4548910538771061088?l=juneldomoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://juneldomoraes.blogspot.com/2008/08/um-olhar-sobre-sobre-religiosidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Juneldo Moraes)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cOXgoOZo3pQ/SLfqQMT3lqI/AAAAAAAAAB4/dMHXr8Aht9s/s72-c/07_foto+ivan+correia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-27062687.post-1507416883835800272</guid><pubDate>Sat, 31 May 2008 17:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-03T23:00:56.709-03:00</atom:updated><title>Anne Frank além do diário</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/SEGKbqiolMI/AAAAAAAAABY/kT9Rb_3nx6c/s1600-h/af.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/SEGKbqiolMI/AAAAAAAAABY/kT9Rb_3nx6c/s200/af.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206594852097660098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;        “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Desde o começo foi mostrado aos reclusos que a vida em Auschwitz era incomparavelmente mais difícil do que a morte”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Melissa Müller)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt; &lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="western"&gt;Publicado pela primeira vez em 1947, dois anos após o fim da 2ª Guerra Mundial, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O diário de Anne Frank&lt;/span&gt; comoveu muita gente e, pode-se assim dizer, tornou-se um dos mais famosos e impressionantes documentos sobre o holocausto. A adolescente legou às gerações futuras seu testemunho sobre os tempos de intolerância na Europa dominada pelos nazistas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; No seu diário, a garota judia relata a convivência nem sempre amistosa de oito pessoas confinadas por mais de dois anos num sótão escuro e úmido de Amsterdã. O livro é o relato impressionante sobre o sentimento da adolescente – e que pode ser traduzido no sentimento coletivo do povo judeu –, que estendia sua dor aos demais perseguidos por Adolf Hitler e simpatizantes do nazismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A jornalista austríaca Melissa Müller leu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;O diário de Anne Frank&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; aos 13 anos e se apaixonou pela história. E sentiu falta de informações sobre a vida dos Frank antes do Nazismo e do confinamento na capital holandesa e sobre os fiéis amigos que lhes ajudaram. Assim nasceu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Anne Frank – uma biografia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; (Record, 400 páginas), que registra desde o nascimento da menina até seus últimos dias em Bergen-Belsen.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O livro começa pelo dia em que os Frank (Otto, Edith, Margot e Anne), os Van Pels (Herman, Auguste e Peter) e Fritz Pfeffer foram presos pelos nazistas após terem sido delatados. Depois volta aos anos 1920 mostrando os acontecimentos políticos, sociais e econômicos da Alemanha, passando pela ascensão de Hitler e a gestação do movimento anti-semita no país.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Melissa Müller pesquisou em vários países e teve acesso aos documentos da época, tanto de autoridades holandesas como os despachos de Hitler e seus principais ministros, que tratavam da solução final da questão judia. A autora também conseguiu, junto ao Anne Frank Fonds, as muitas cartas escritas por Anne, e encontrou Miep Gies, secretária de Otto Frank e uma das responsáveis pela sobrevivência das famílias clandestinas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Esse mergulho no passado deu a autora uma visão privilegiada para, com seu senso crítico apurado, registrar os primeiros sinais da intolerância dos nacional-socialistas e também retratar sua biografada de uma forma bastante honesta, sem esconder histórias nem tão agradáveis que descobriu em suas pesquisas, como a relação muitas vezes conturbada entre Anne e Edith Frank.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Anne Frank – Uma Biografia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; tem um posfácio escrito por Miep Gies e muitas fotos. No epílogo, a autora mostra a vida de Otto Frank – único sobrevivente da família – após a Guerra. O livro traz ainda a árvore genealógica dos Frank (família de Otto) e dos Holander (família da Edith), com um quadro cronológico que vai de julho de 1869 a agosto de 1945 e uma relação de todas as fontes consultadas, organizada conforme os capítulos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 204, 255);font-family:arial;" &gt;EM TEMPO: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Anne Frank gostava de escrever e, no período em que estava na clandestinidade, produziu bastante. São fábulas, contos, ensaios e pelo menos uma novela, que ficou inacabada. Esses textos foram organizados por Otto Frank, seu pai, e publicados no livro  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Contos do esconderijo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; , em 1949. No Brasil, os dois livros de Anne Frank foram publicados editora Record.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27062687-1507416883835800272?l=juneldomoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://juneldomoraes.blogspot.com/2008/05/anne-frank-alm-do-dirio.html</link><author>noreply@blogger.com (Juneldo Moraes)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/SEGKbqiolMI/AAAAAAAAABY/kT9Rb_3nx6c/s72-c/af.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-27062687.post-6583090222940812760</guid><pubDate>Tue, 04 Mar 2008 22:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-31T14:40:22.949-03:00</atom:updated><title>Duas ruas, mil charges</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em 1987, o cidadão Régis Soares decidiu fazer um protesto para chamar a atenção das autoridades que cuidavam da cidade. Havia, na rua onde trabalhava, um buraco grande que prejudicava a todos que passavam por lá. Ele não fez passeata nem greve de fome. Colocou um painel com uma charge na esquina das ruas Etelvina Macedo de Mendonça com a Barão da Passagem, onde até hoje funciona seu ateliê.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não poderia ter feito protesto melhor. A charge fez sucesso de imediato, agradando aos vizinhos e outras pessoas que passavam pelo local. Mas não sensibilizou a quem deveria, as autoridades, e o buraco permaneceu aberto por quatro anos. Vinte e um anos e mil charges depois, seus trabalhos fazem parte do cotidiano da cidade e são referência no bairro da Torre. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Régis Soares se tornou, ao longo desse tempo, uma espécie de cronista que retrata o cotidiano do Brasil através das charges, abordando fatos da política, do futebol, televisão e outros assuntos que repercutem no país e no estado. Pelos seus painéis passaram os ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique e agora o presidente Lula, além dos políticos do estado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo o chargista, a população respeita seu trabalho. Ele nunca teve um trabalho pichado. Mas já enfrentou problemas com pessoas que não gostaram das críticas que fez. Logo quando começou a fazer as charges, um secretário que passava pelo local destruiu um painel porque não gostou da charge. E voltou a enfrentar o mesmo problema em 2006, quando destruíram uma charge que criticava o presidente Lula. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Engana-se quem pensa que Isso o intimidou. Até porque ele sempre fez críticas aos políticos de todas as tendências e de todos os partidos, afinal, a política ainda é maior fonte de inspiração para os humoristas brasileiros. E como todo chargista, nada – e ninguém – está fora do alcance de seus pincéis. Nem o flamengo, time do coração, escapa às tintas do artista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas como viver apenas de arte ainda é um sonho distante para a maioria dos artistas paraibanos, Régis vive de pintar faixas e cartazes. Nessas duas décadas, ele teve pouco apoio da iniciativa privada e menos ainda dos poderes públicos. Todos os livros que publicou até agora – exceto &lt;em&gt;15 anos de Charges na Rua&lt;/em&gt;, que teve 50% do custo patrocinado pela iniciativa privada – foram custeados pelo próprio chargista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paraibano de João Pessoa, Reginaldo Soares Coutinho, é chargista, cartunista e caricaturista. Começou em 1983, publicando suas charges em um jornal da capital. O trabalho chamou a atenção da academia. Primeiro inspirou o vídeo-documentário “Charges na Rua”, de Larissa Claro, Alexandre Macedo e Fábio Lopes, na época estudantes de Comunicação Social da UFPB.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois as charges também atraíram a atenção da professora Francineide Fernandes, do departamento de Letras da UFPB, que em sua dissertação de mestrado analisou alguns trabalhos do cartunista para mostrar como ele retrata nossas mazelas sociais. Ela estendeu sua pesquisa e vai prosseguir analisando a obra de Régis Soares no doutorado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Régis publicou os livros &lt;em&gt;Charges e Caricaturas &lt;/em&gt;(1993), &lt;em&gt;Pintando o Sete e Desenhando os Outros &lt;/em&gt;(2000), &lt;em&gt;Charges na Rua&lt;/em&gt; (2002) e &lt;em&gt;15 anos de Charges na Rua&lt;/em&gt; (2006), além de &lt;em&gt;Álbum da Familia Baiano&lt;/em&gt;, uma coletânea de caricaturas das personalidades que frequentam do Bar do Baiano - ponto de encontro de poetas e jornalistas –, organizada por Ed Porto Bezerra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27062687-6583090222940812760?l=juneldomoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://juneldomoraes.blogspot.com/2008/03/teste.html</link><author>noreply@blogger.com (Juneldo Moraes)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-27062687.post-1128669525253841926</guid><pubDate>Thu, 16 Aug 2007 00:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-17T10:05:35.447-03:00</atom:updated><title>Não é bem assim</title><description>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/RsOV6486qkI/AAAAAAAAAAc/zRFpX0uYdG8/s1600-h/novica-rebelde06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099084042066373186" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/RsOV6486qkI/AAAAAAAAAAc/zRFpX0uYdG8/s200/novica-rebelde06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Certa vez, assistindo ao filme &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;A Noviça Rebelde &lt;/span&gt;(The Sound of Music, EUA/1965), estranhei que ela, a noviça Maria, fosse considerada rebelde. Para mim, a rebeldia sugerida no título estava deslocada. É claro que ela não se enquadrava totalmente nas regras rígidas do convento, mas tratá-la como rebelde era um exagero. Talvez por isso mesmo o título original seja apenas “O Som da Música”.&lt;/div&gt;&lt;div style="FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Isto, mais tarde eu compreenderia, é um problema que há tempos acompanha as traduções para o português dos títulos de filmes estrangeiros. Assim vão surgindo os títulos que se pretendem engraçados e que, na verdade, mais confundem do que orientam o público. Principalmente nas comédias. Quem prestar atenção vai perceber que muitas delas buscam fazer graça já no título.&lt;/p&gt;&lt;div style="FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;O que dizer, por exemplo, de &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Quase Feitos Um para o Outro&lt;/span&gt;. Realizado em 1997 – o título original é Zeus e Roxane –, o filme de George Miller conta a história de um cachorro (Zeus) que se apaixona por uma baleia (Roxane). Nem mais nem menos, apenas o nome dos personagens principais. Mas alguém sempre acha que deve fazer um título “engraçadinho'.&lt;/p&gt;&lt;div style="FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;No entanto, há casos mais graves em que a idéia do filme é completamente distorcida. Pode-se dizer que muitas vezes a versão brasileira é, no mínimo, infeliz. É o caso de &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;O Tiro Que Não Saiu Pela Culatra&lt;/span&gt;, comédia de Ron Howard que tem Steve Martin, Rick Moranis e Jason Robards no elenco. O título orignal, Parenthood (EUA/1989), signica &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Paternidade&lt;/span&gt;. Uma palavra que resolve todo o problema.&lt;/p&gt;&lt;div style="FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Também com Steve Martin, &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Um Espírito Baixou Mim&lt;/span&gt;, de Carl Reiner, feito cinco anos antes, se chama, na verdade, Tudo de Mim (All of Me). Novamente Carl Reiner e Steve Martin, &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;O Médico Erótico&lt;/span&gt; (The Man With Two Brains/ EUA/1983), um titúlo apelativo para &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;O Homem Com Dois Cérebros&lt;/span&gt;, conforme o título original. A história mostra um médico casado (Steve Martin) que se apaixona por um cérebro.&lt;/p&gt;&lt;div style="FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;O exagero talvez tenha surgido pelo sucesso de &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Corpos Ardentes &lt;/span&gt;(Body Heat/EUA/1981), de Lawrence Kasdan, no qual Kathleen Turner – que em &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;O Médico Erótico &lt;/span&gt;vive a mulher de Steve Martin – interpreta uma mulher sedutora em uma história sensual. Só isso pode explicar – ainda que justifique – um título tão apelativo e tão distante do que o filme se propõe.&lt;/p&gt;&lt;div style="FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;É claro que não defendo que todos os filmes, de todas as nacionalidades, tenham sempre títulos traduzidos literalmente. Mas que os responsáveis usem um pouco mais a criatividade ao verter os títulos originais para o português. O problema existe há muito tempo, mas também existem bons exemplos em que os tradutores acertaram na versão, deixando o título, pelo menos para nós brasileiros, mais atraente.&lt;/p&gt;&lt;div style="FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Um deles é &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;À Espera de Um Milagre&lt;/span&gt; (The Green Mile/EUA/1999), de Frank Darabont. Para quem não lembra, o filme conta a história de uma homem inocente condenado à morte na cadeira elétrica, cujos últimos passos no “corredor da morte” são no piso verde ao qual se refere o título original. Para nós que pouco sabemos da “milha”, com certeza o título não teria o mesmo impacto.&lt;/p&gt;&lt;div style="FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Vale destacar também que o público, assim como os guardas do corredor da morte, torcem pelo milagre que salvará John Coffey, personagem de Michael Clarke Duncan, da execução na cadeira elétrica. Para terminar, outro filme de Darabont, &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Um Sonho de Liberdade&lt;/span&gt; (The Shawshank Redemption), também recebeu uma tradução compatível com a história contada na tela.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27062687-1128669525253841926?l=juneldomoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://juneldomoraes.blogspot.com/2007/08/no-bem-assim_15.html</link><author>noreply@blogger.com (Juneldo Moraes)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/RsOV6486qkI/AAAAAAAAAAc/zRFpX0uYdG8/s72-c/novica-rebelde06.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-27062687.post-869194343075856927</guid><pubDate>Wed, 25 Jul 2007 13:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-21T23:44:56.533-02:00</atom:updated><title>Para conhecer Shakespeare e outros autores</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/Rqfrp-RWqkI/AAAAAAAAAAU/R4YypYjnkJ8/s1600-h/Shakespeare.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5091297010088585794" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/Rqfrp-RWqkI/AAAAAAAAAAU/R4YypYjnkJ8/s200/Shakespeare.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A internet é mundo de possibilidades e todo mundo sabe disso. Mas quantas pessoas, mesmo aquelas que navegam diariamente na rede mundial, conhecem o Domínio Público? Pois bem, o portal mantido pelo Ministério da Educação (MEC) disponibiliza diversas obras das mais variadas áreas do conhecimento – e em mais de dez idiomas – que podem ser consultadas 24 horas por dia, sete dias por semana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;O melhor é que o visitante entra sem pagar nada e pode acessar as mais de vinte mil obras cadastradas, sejam imagens (vídeo, fotografia, gravuras, pinturas), textos e arquivos sonoros. O acervo dispõe de obras de Shakespeare, Fernando Pessoa, Dante Alighieri, Machado de Assis, Karl Marx, Platão, Oscar Wilde, Allan Kardec, Karl Marx, Albert Einstein e vários outros autores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com o número de downloads encontrado no próprio site, &lt;em&gt;A Divina Comédia&lt;/em&gt;, de Dante Alighieri teve mais de cem mil acessos. Este número mostra que a internet também pode ser usada para incentivar a leitura. Entre as dez obras mais consultadas podemos encontrar &lt;em&gt;A Comédia dos Erros&lt;/em&gt;, de Shakespeare, e &lt;em&gt;Dom Casmurro&lt;/em&gt;, de Machado de Assis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No ano passado, o Domínio Público recebeu a visita de mais de 460 mil pessoas – contando apenas um usuário por computador –, sendo mais de 53 mil no mês de maio, que registrou o maior número de visitas, e pouco mais de 24 mil em dezembro, quando os internautas procuraram menos o site. A média de acessos mensais também pode ser encontrada no portal, na seção “estatísticas”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda assim, circulou pela internet um boato informando que o portal estaria fechando por falta de acessos. Esses números desmentem essa informação. O número de acessos pode até variar de acordo com o mês, mas não há como negar que a importância do Domínio Público está sendo reconhecida. Isto sim, é um fato inegável. As estatísticas comprovam que os internautas estão descobrindo o portal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lançado em 2004 com um acervo inicial de 500 obras, o portal trabalha com obras que já são de domínio público e por isso não implicam mais no recolhimento de direitos autorais. Também trabalha com obras cuja publicação é autorizada pelos respectivos autores (via de regra, pela licença Creative Commons para publicação na internet) e com publicações de órgãos públicos, como o próprio MEC.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos maiores nomes da literatura brasileira e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (ABL), Machado de Assis é um dos autores com grande número de obras no acervo do Domínio Público. Livros como &lt;em&gt;Contos Fluminenses&lt;/em&gt; (1870), &lt;em&gt;A Mão e a Luva&lt;/em&gt; (1874), &lt;em&gt;Memórias Póstumas de Brás Cubas&lt;/em&gt; (1881), &lt;em&gt;Dom Casmurro&lt;/em&gt; (1899), &lt;em&gt;Esaú e Jacó&lt;/em&gt; (1904), entre outras do autor, podem ser encontrada no site.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E qualquer pessoa pode colaborar com o portal. Quem quiser fazê-lo pode ser voluntário (digitalizando obras que já se encontram em domínio público), autor (cedendo obras de sua autoria, se você é escritor, músico, fotógrafo, ilustrador, cineasta etc), tradutor (traduzindo obras que já se encontram em domínio público) ou parceiro (cedendo os direitos autoriais de obras que a sua organização – pessoa jurídica – detenha).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É claro que o endereço do portal ficou para o fim propositadamente. Basta acessar &lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/"&gt;www.dominiopublico.gov.br&lt;/a&gt; e ser feliz com as informações que por lá encontrar.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27062687-869194343075856927?l=juneldomoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://juneldomoraes.blogspot.com/2007/07/domnio.html</link><author>noreply@blogger.com (Juneldo Moraes)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/Rqfrp-RWqkI/AAAAAAAAAAU/R4YypYjnkJ8/s72-c/Shakespeare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-27062687.post-5202690641162994761</guid><pubDate>Mon, 16 Apr 2007 23:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:03:30.062-03:00</atom:updated><title>Duas vezes com Helena - Um jogo de sedução</title><description>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/RiQDZe6On8I/AAAAAAAAAAM/K19TPptiHFQ/s1600-h/2-vezes-com-helena12.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054168418145443778" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/RiQDZe6On8I/AAAAAAAAAAM/K19TPptiHFQ/s200/2-vezes-com-helena12.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Bons filmes nem sempre são exibidos no circuito comercial de João Pessoa. Mas podem ser vistos em DVD. É o caso de &lt;i&gt;Duas Vezes Com Helena&lt;/i&gt; (2001), de Mauro Farias. Com roteiro de Melanie Dimantas, baseado em conto de Paulo Emílio Salles Gomes, o filme narra, de forma sutil, um plano meticulosamente planejado e que tinha tudo para ser perfeito. O acaso fez com que a trama fosse descoberta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Resumindo, &lt;i&gt;Duas Vezes Com Helena&lt;/i&gt; conta a história da amizade de Polydoro (Fábio Assumção) com o professor Alberto (Carlos Gregório), seu mentor. Na verdade, entre os dois se estabelece uma relação de cumplicidade e confiança absoluta. Nenhum ousaria duvidar da lealdade do outro. Até porque sem essa confiança cega a história não teria sentido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Polydoro passa um temporada na Europa e quando retorna encontra o professor casado. Mas não conhece, de imediato, a esposa do amigo. Alberto, que ainda não tem filho – pelo menos nós ainda não fomos informados disso –, age como um pai zeloso e, achamdo que o discípulo está abatido, pede que ele faça alguns exames. Até aí tudo bem, mas isto é imprescindível para tudo o que será revelado mais adiante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;O filme tem, no início, um ritmo lento, que parece não evoluir. Mas essa calmaria é proposital e vai nos induzindo a pensar outras coisas para um possível desfecho, embora deixe uma sensação de que há algo de errado no ar, algo que de uma hora para outra vai surgir para quebrar as boas relações entre mestre e discípulo. Mas o diretor, em nenhum momento, abre mão da sutileza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Alberto convida Polydoro para passar uns dias em uma casa no interior. Metódico, o professor consulta uma agenda e marca o dia exato para a visita do ex-aluno. Recebido por Helena (Christine Fernandes) – ela ainda não havia aparecido fisicamente no filme –, que comunica a ausência do marido, nem de longe Polydoro suspeita que ausência do amigo faz parte de um plano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;É nesse ambiente que se dá a traição, ou melhor, o jogo de sedução habilmente conduzido por Helena, que prepara os pratos preferidos do convidado, tem sempre à mão as bebidas que mais o agradam, e, embora não olhe Polydoro nos olhos, lança sorrisos que o encantam. É ela também quem toma a iniciativa do beijo, quando já sabe que ele não esboçaria qualquer reação contrária.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Aliás, jogo é uma palavra chave para entendermos&lt;i&gt; Duas Vezes com Helena&lt;/i&gt;. O diretor Mauro Farias propõe ao público um jogo que, montado aos poucos como um quebra-cabeça, precisa ser desmontado cuidadosamente para que se chegue à solução ou ao resultado que justifique o próprio filme. No entanto, ele dá pistas que, se seguidas pelo espectador, não apontarão para a verdade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Segundo longa-metragem de Mauro Farias, que havia realizado a comédia &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Não Quero Falar Sobre Isso Agora &lt;/span&gt;(1989), premiado no Festival de Gramado, &lt;i&gt;Duas Vezes Com Helena&lt;/i&gt;, não é um filme de paixões avassaladoras, suspenses de tirar o fôlego ou coisas do gênero. Ao contrário disso, o cineasta conseguiu imprimir o ritmo e o tempo certos para a trama. Pode não ser um grande filme, mas precisa ser visto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27062687-5202690641162994761?l=juneldomoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://juneldomoraes.blogspot.com/2007/04/duas-vezes-com-helena-um-jogo-de-seduo.html</link><author>noreply@blogger.com (Juneldo Moraes)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_cOXgoOZo3pQ/RiQDZe6On8I/AAAAAAAAAAM/K19TPptiHFQ/s72-c/2-vezes-com-helena12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-27062687.post-116766559433037372</guid><pubDate>Mon, 01 Jan 2007 15:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-23T09:03:14.566-03:00</atom:updated><title>Pela simplicidade</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O que pode fazer uma pessoa que gosta de coisas simples para viver bem em um mundo cada vez mais complexo e, conseqüentemente, mais difícil? A pergunta, na verdade, não precisa de respostas. É apenas um desabafo contra a quantidade de coisas nem sempre úteis que infestam nossas vidas, seja em casa ou no trabalho, e que, de fato, não melhoram nossa vida nem nosso desempenho profissional.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nada tenho contra as novas tecnologias. Reconheço a utilidade dos computadores, com os quais tenho convivido muito bem. Não acredito que viveria melhor sem eles. Assim como sei que o DVD é melhor do que o videocassete. Mas não concordo que temos a necessidade de adquirir novos produtos só porque o modelo novo é um pouco mais avançado que o anterior, que ainda me serve. Embora os vendedores insistam que eu precise de tudo isso e muito mais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dias desses entrei em uma loja procurando um pendrive, dispositivo de informática para armazenamento de dados, e encontrei vários modelos. Uns com MP3, outros com MP4, outros com gravador de voz. Eu queria um modelo simples, que fosse apenas pendrive. Não tinha. Procurei em outras lojas e novamente me ofereceram o produto com várias utilidades. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A vendedora disse que talvez eu encontrasse em uma loja de informática. Nas duas primeiras, a exemplo dos estabelecimentos anteriores, me mostraram modelos avançados, que tinham recursos para facilitar o meu trabalho. Educadamente expliquei que não precisava de um MP3 ou qualquer coisa semelhante nas minhas atividades profissionais. Mas de um simples pendrive. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E os celulares? Ao entrar numa loja para comprar um telefone celular, cujo objetivo deve ser falar e ouvir, com no máximo uma boa agenda, fui apresentado a diversos aparelhos com rádio FM, câmeras fotográficas com tantos megapixels de resolução e cabo de dados incluso, MP3 ou MP4, acesso a internet e um programa para checar os e-mails.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu quero apenas um celular para falar, que pode ser um modelo não tão avançado. Aí a vendedora me disse que o novo modelo da marca tal vem com uma capa em couro, um fone de ouvido, 150 níveis de volume, discagem inteligente por comando de voz, um chip com sistema de bloqueio que permite apenas chamadas feitas pelo dono do aparelho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E não adiantava explicar que não queria aparelho com câmera fotográfica digital porque não gosto de fotografar e muito menos de ser fotografado. Depois de insitência de um lado e resistência do outro, eles mostram, enfim, os modelos mais simples. Aqueles aparelhos que apenas ligam e recebem ligações, que tem uma agenda mínima, mas que servem para meus propósitos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É claro que devemos entender os vendedores, que estão apenas fazendo sua parte ao oferecer os produtos mais modernos e mais caros. É claro que esses modelos servem para muitas pessoas. É claro que a evolução tecnológica é muito bem vinda e que a indústria deve continuar investindo na criação de novos produtos. E é claro que temos o direito de gostar de coisas simples.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27062687-116766559433037372?l=juneldomoraes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://juneldomoraes.blogspot.com/2007/01/pela-simplicidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Juneldo Moraes)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item></channel></rss>